O Rio Ave venceu hoje na receção ao Nacional por 2-1, com dois golos de Clayton, na 16.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, pondo fim a uma série de três jogos sem vencer.
Clayton, que tinha dado vantagem aos vila-condenses aos 26 minutos, selou a vitória dos anfitriões, aos 73, na conversão de uma grande penalidade, depois de Bruno Costa ter igualado o encontro para os insulares, aos 34.
O Rio Ave, que não vencia há três jornadas e continua sem derrotas em casa, subiu ao 10.º lugar, com 19 pontos, enquanto o Nacional, que somou o terceiro jogo sem vencer e ainda não triunfou fora da Madeira, segue no 15.º posto, com 13 pontos.
“Quero dedicar esta vitória ao nosso capitão Vítor Gomes [cujo pai faleceu em 25 dezembro]. É uma pessoa muito respeitada e querido no nosso balneário, no clube e na cidade.
Foi um triunfo merecido por aquilo que fizemos durante os 90 minutos. Na primeira parte, tivemos mais oportunidades, conseguimos chegar à vantagem, mas, numa falha nossa, acabámos por sofrer o empate.
Na segunda parte, fizemos alguns ajustes na equipa, e conseguimos recuperar a vantagem. Mesmo com o Nacional a ter algumas oportunidades na parte final, que conseguimos anular, também enviámos uma bola ao poste.
É uma vitória justa e uma grande forma de terminar o ano.
[sobre a invencibilidade caseira] É um sinal que o nosso estádio é uma fortaleza e que os adversários respeitam cada vez mais isso. É fundamental o apoio dos nossos adeptos”, disse Petit, treinador do Rio Ave.
“Foi um jogo equilibrado, em que, na primeira parte, o golo do Rio Ave chegou numa fase em que estávamos melhores.
Ainda assim, conseguimos empatar e repusemos a justiça por aquilo que se passou.
No segundo tempo, o Rio Ave entrou melhor, mas as melhores oportunidades foram nossas. Por isso, pelo somatório do jogo, acho que o resultado é injusto. Produzimos e fizemos mais para ter outro resultado.
[sobre a substituição do guarda-redes Lucas França] Esta semana teve uma virose, sentiu-se fraco no final da primeira parte. Tivemos de fazer essa substituição”, disse Tiago Margarido, treinador do Nacional.