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PJ deteve pai e filho suspeitos de tentativa de homicídio após tráfico de droga em Matosinhos

14 Julho 2026
PJ deteve pai e filho suspeitos de tentativa de homicídio após tráfico de droga em Matosinhos
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A Polícia Judiciária (PJ) deteve dois homens, pai e filho, por alegada tentativa de homicídio na sequência de um conflito relacionado com tráfico de droga em Matosinhos, revelou hoje aquela força.
Em comunicado, a Polícia Judiciária (PJ) refere que os factos ocorreram na madrugada do passado dia 1 abril, na via pública, em Matosinhos, “na sequência de um conflito latente entre vítimas e agressores, relacionado com a venda de produto estupefaciente”.
“Os suspeitos, atuando de forma coordenada, abordaram as vítimas e efetuaram três disparos de arma de fogo, na sua direção, não os atingindo apenas por mero acaso”, acrescenta a Polícia Judiciária (PJ).
Os detidos, com 45 e 19 anos, vão ser presentes à autoridade judiciária competente para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.
As medidas de coação “são medidas processuais que, condicionando a liberdade do arguido, visam garantir a contactabilidade do mesmo, a não repetição da atividade criminosa e a produção de certos efeitos processuais (p. ex., eficácia de comunicações, mesmo não pessoais).
As medidas de coação só podem ser impostas aos arguidos.
A aplicação de qualquer medida de coação deve ser proporcional e adequada à situação processual concreta.
As medidas de coação previstas na lei são: termo de identidade e residência; caução; obrigação de apresentação periódica; suspensão do exercício de funções, de profissão e de direitos; proibição de permanência, de ausência e contactos; obrigação de permanência na habitação e prisão preventiva.
Com exceção do termo de identidade e residência, as medidas de coação só podem ser aplicadas por um juiz”, pode ler-se no sítio da Internet do Ministério Público.
Segundo a Polícia Judiciária (PJ), o agressor mais velho possui já antecedentes criminais pela prática de crimes idênticos, tendo sido condenado e cumprido pena de prisão efetiva, entre 2014 e 2020.