Última hora

PSP apreende na Trofa 4.763 artigos pirotécnicos ilegais com quantidade explosiva de 500 quilos

19 Agosto 2026
PSP apreende na Trofa 4.763 artigos pirotécnicos ilegais com quantidade explosiva de 500 quilos
Local
0

A Polícia de Segurança Pública (PSP) do Porto anunciou a apreensão de 4.763 artigos pirotécnicos com um NEQ (Quantidade Líquida de Explosivo) aproximado de 500 quilogramas, num estabelecimento de pirotecnia encerrado há vários anos, por suspeita de laboração sem alvará, na Trofa.
Em comunicado, o Comando Metropolitano da Polícia de Segurança Pública (PSP) do Porto refere que o responsável pelo local foi identificado e todo o material apreendido, entre o qual se encontravam também 1.295 metros de rastilho e 75 quilogramas de produtos explosivos para o fabrico de artigos pirotécnicos.
Nesta operação de fiscalização e combate ao mercado ilegal destes produtos, cuja venda/fabrico obedece a licenciamento, foram verificadas “diversas infrações”, salienta a Polícia de Segurança Pública (PSP).
A fiscalização concretizada pelo Núcleo de Armas e Explosivos da Polícia de Segurança Pública (PSP), na sexta-feira, contou com a colaboração da Guarda Nacional Republicana (GNR), que “procedeu ao corte de vias de acesso”, através do efetivo do Posto Territorial da Trofa com uma viatura e dois elementos.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) acrescenta que os artigos apreendidos, “cujo transporte se revestia de maior perigosidade para os envolvidos e para a população, foram destruídos no local em condições de segurança pela equipa de Inativação de Engenhos Explosivos do Comando Territorial da GNR do Porto”.
Estiveram ainda presentes os Bombeiros Voluntários da Trofa com três viaturas e 11 elementos.
Segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP), nesta ação de destruição não se registaram danos materiais nem ferimentos nos envolvidos.
O processo foi comunicado à autoridade judiciária competente.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) apela à população que tenha conhecimento da utilização destes artigos de forma ilegal que o denuncie para que se possam “direcionar e intensificar outras ações inspetivas e que o uso dos mesmos seja efetuado de forma controlada”.