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PJ detém estudante de 17 anos suspeito de roubos com arma de fogo em Vila do Conde

16 Janeiro 2026
PJ detém estudante de 17 anos suspeito de roubos com arma de fogo em Vila do Conde
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Um estudante de 17 anos foi hoje detido, no Porto, pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de roubos, utilizando arma de fogo, ocorridos nos dias 8 e 12 de janeiro, em Vila do Conde, revelou aquela polícia de investigação.
Em comunicado, a Polícia Judiciária (PJ) informa que o detido será, alegadamente, o autor de dois crimes de roubo em Vila do Conde, no dia 8 e, quatro dias depois, na mesma cidade, do assalto a um jovem de 15 anos.
Segundo a Polícia Judiciária (PJ), o suspeito está “fortemente indiciado pela prática dos crimes de roubo qualificado, coação agravada, acesso ilegítimo e dano relativo a programas ou outros dados informáticos”.
As diligências hoje empreendidas, continua a nota de imprensa, “permitiram a recolha de elementos probatórios relevantes que conduziram à identificação, localização e detenção do suspeito, na cidade do Porto”.
Sem antecedentes criminais, o jovem vai ser presente à autoridade judiciária competente para aplicação de medidas de coação, lê-se ainda no comunicado da Polícia Judiciária (PJ).
As medidas de coação “são medidas processuais que, condicionando a liberdade do arguido, visam garantir a contactabilidade do mesmo, a não repetição da atividade criminosa e a produção de certos efeitos processuais (p. ex., eficácia de comunicações, mesmo não pessoais).
As medidas de coação só podem ser impostas aos arguidos.
A aplicação de qualquer medida de coação deve ser proporcional e adequada à situação processual concreta.
As medidas de coação previstas na lei são: termo de identidade e residência; caução; obrigação de apresentação periódica; suspensão do exercício de funções, de profissão e de direitos; proibição de permanência, de ausência e contactos; obrigação de permanência na habitação e prisão preventiva.
Com exceção do termo de identidade e residência, as medidas de coação só podem ser aplicadas por um juiz”, pode ler-se no sítio da Internet do Ministério Público.