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Barco de pesca Trajano naufraga em Sines e sete pescadores chegam a nado à costa em hipotermia

29 Novembro 2025
Barco de pesca Trajano naufraga em Sines e sete pescadores chegam a nado à costa em hipotermia
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A embarcação de pesca costeira Trajano naufragou esta madrugada ao largo de Sines, no distrito de Setúbal, tendo os sete pescadores que compunham a tripulação chegado a terra a salvo, segundo a Marinha Portuguesa.
Em declarações, o porta-voz da Marinha Portuguesa e da Autoridade Marítima Nacional avançou que o alerta foi dado pelas 04:26, pelo vigilante da empresa Enerfuel (produção de biocombustíveis), comunicando que sete pescadores se encontravam na portaria da empresa pedindo ajuda.
“Os sete pescadores, em hipotermia, foram transportados pelas 05:28 em quatro ambulâncias dos Bombeiros Voluntários Sines e INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] para o Hospital do Litoral Alentejano”, precisou o responsável da Marinha Portuguesa e da Autoridade Marítima Nacional.
De acordo com o Ricardo Sá Granja, “após buscas na praia, a embarcação foi detetada às 07:58 por elementos da Capitania nas proximidades da lagoa da Sancha (Sines)”.
Ainda segundo o responsável, a Polícia Marítima tomou conta da ocorrência, “será elaborado respetivo expediente, e o proprietário será notificado para apresentar plano de remoção da embarcação”.
Fonte do Comando Sub-regional do Alentejo Litoral confirmou que os “sete pescadores se encontravam em hipotermia, sendo que dois deles ainda apresentavam escoriações”.
A mesma fonte indicou que no local esteve uma viatura da Guarda Nacional Republicana (GNR) com dois militares, uma viatura dos Bombeiros Voluntários de Sines e Santiago do Cacém, uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) com médico e enfermeiro, e meios da Capitania do Porto de Sines.
De acordo com a fonte da Marinha Portuguesa e da Autoridade Marítima Nacional, “não foram avançadas explicações para o sucedido, sabendo-se só que os homens chegaram a terra por si só, tendo ido até à empresa pedir ajuda”.