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Polícia Judiciária detém suspeito de matar estudante junto ao Bar Académico em Braga

17 Abril 2025
Polícia Judiciária detém suspeito de matar estudante junto ao Bar Académico em Braga
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A Polícia Judiciária (PJ) deteve o suspeito de matar um jovem de 19 anos junto ao Bar Académico, em Braga, na madrugada do último sábado, disse hoje fonte policial.
Segundo a mesma fonte, o alegado autor do crime tem 27 anos e está indiciado por homicídio qualificado.
Na madrugada de sábado, o aluno do 12.º ano da Escola Secundária D. Maria II, em Braga, conhecido por ‘Manu’, foi atacado com uma arma branca à porta do Bar Académico da Universidade do Minho, acabando por morrer no hospital.
Em comunicado entretanto divulgado, a Polícia Judiciária (PJ) confirma a detenção hoje do suspeito, que se preparava para abandonar o País.
“Das diligências ininterruptas entretanto realizadas pela PJ, foi possível identificar, localizar e deter o agressor, que já se encontrava em fuga, refugiado numa zona isolada do interior do país e a preparar-se para fugir para o estrangeiro”, refere a Polícia Judiciária (PJ).
Esta força de investigação criminal conta que “por motivos ainda não totalmente esclarecidos, elementos de dois grupos distintos foram expulsos do estabelecimento comercial após uma discussão verbal”.
“Depois, já no exterior do bar, voltaram a envolver-se em confrontos, desta vez com agressões físicas, tendo o suspeito, utilizando uma faca, golpeado a vítima, um jovem de 19 anos, na zona torácica e membro superior direito, lesão que veio revelar-se fatal, apesar do socorro de emergência”, refere o comunicado da Polícia Judiciária (PJ).
Fonte judicial acrescentou hoje que o detido será presente no sábado a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, para aplicação das medidas de coação.
O crime registou-se pelas 5:30, na sequência de uma rixa que, segundo fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP), envolveu cerca de 20 pessoas.
O edifício do bar é propriedade da Universidade do Minho, mas foi cedido à Associação Académica.
No entanto, a associação concessionou a exploração a um empresário.
Após o crime, já se registaram dois focos de incêndio no edifício, que destruíram parcialmente o bar.