O Primeiro-ministro, Luís Montenegro, considerou hoje ser tempo de olhar o futuro com confiança, sublinhando o foco do Governo de Portugal na construção de um País mais equilibrado, mais próspero e mais justo.
“Não é tempo de baixar os braços, é tempo de olhar para o futuro com esperança”, defendeu o líder do executivo, em Vila do Conde, no distrito do Porto, durante a inauguração de uma infraestrutura científica integrada no projeto BIOPOLIS liderado pela Universidade do Porto (UP).
Luís Montenegro destacou o “bom contexto económico interno” e o “muitíssimo bom contexto financeiro” de Portugal, para salientar que “o tempo é de esperança”.
O Primeiro-ministro garantiu que o Governo de Portugal não está de braços caídos, mas sim “muito empenhado e muito ciente” da sua responsabilidade de não desperdiçar a oportunidade para transformar o País.
O Governo de Portugal está focado “em realizar”, em vez de “fazer grandes números de folclore político”, frisou o Primeiro-ministro.
Para Luís Montenegro, o verdadeiro debate deveria ser sobre os relatórios de execução dos orçamentos do Estado, em vez de “endeusar os debates” quando aqueles documentos são apresentados.
“Aquilo é apenas uma estimativa”, afirmou o Primeiro-ministro Luís Montenegro.
A propósito, aludiu à “maior taxa de execução de sempre”, em 2024, dos fundos alocados à ciência, num total de 833 milhões de euros.
Na sua intervenção, o Primeiro-ministro destacou que Portugal “é hoje um dos países com melhor situação económica na Europa” e está a viver um contexto financeiro “muitíssimo bom”.
“Creio que seremos mesmo o País mais equilibrado da União Europeia”, apontou o Primeiro-ministro.
Luís Montenegro lembrou também a “boa” taxa de crescimento económico, o excedente orçamental, uma trajetória de diminuição da dívida pública “muito sustentada”, uma dívida externa abaixo de 60 por cento e “um País que se pode dar ao luxo de endividar no mercado a taxas de juro iguais às das grandes potências económicas”.
“Um país que está muitíssimo bem. Mas isto não é para contemplar, isto é para preservar e desenvolver”, concluiu o Primeiro-ministro Luís Montenegro.