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Fábio Coentrão ameaça jornalistas após fecho de viveiro ilegal de marisco na Póvoa de Varzim

18 Janeiro 2025
Fábio Coentrão ameaça jornalistas após fecho de viveiro ilegal de marisco na Póvoa de Varzim
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O ex-futebolista, Fábio Coentrão, ameaçou uma equipa de reportagem da SIC, durante a manhã desta quinta-feira, na Póvoa de Varzim.
Os Jornalistas estavam autorizados a estar no local.
O ex-futebolista terá, também, ameaçado destruir o equipamento de reportagem.
“Tu sabes das notícias? Não faças o mesmo erro que o Jornal de Notícias fez. Não faças o mesmo erro. Dou-te um conselho (…) Não filmes a minha casa”, pode ouvir-se Fábio Coentrão a dizer nas imagens captadas pela equipa de reportagem da SIC.
Note-se que, na quarta-feira, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) suspendeu três armazéns ilegais, no Norte do País, tendo apreendido mais de 17 toneladas de géneros alimentícios.
A atividade dos três armazéns foi suspensa por “exercício ilegal de entrepostagem” e colocação no mercado de produtos “sem a devida marca de identificação” e foram instaurados três processos de contraordenação.
Em comunicado, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) adiantou que, no âmbito da Operação Depósito, foi determinada “a suspensão total da atividade de três estabelecimentos, pelo exercício ilegal da atividade de entrepostagem e à posterior colocação no mercado de produtos sem a devida marca de identificação”.
Segundo a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), foram apreendidas mais de 17 toneladas de diversos géneros alimentícios e, ainda, 313 quilos de crustáceos vivos, “tudo no valor estimado superior a 68 mil euros”.
De acordo com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), “foram instaurados três processos de contraordenação devido à falta de número de controlo veterinário (NCV), atribuído pela autoridade competente, que garante que as normas de segurança alimentar e as disposições legais dos regulamentos aplicáveis sejam cumpridas, tanto perante os consumidores como pelas autoridades de controlo, facto que não era cumprido por estes operadores económicos”.