O pavilhão da empresa CIMAR, na freguesia de Árvore, em Vila do Conde, deixou de estar em leilão, na sequência da evolução do processo executivo que envolvia o fundador da empresa, Manuel Alves da Silva.
Em resposta às questões colocadas pelo nosso jornal, a administração da CIMAR confirmou que: “o imóvel mantém-se na esfera da empresa”; esclarecendo que a situação que envolvia Manuel Silva “encontra-se em fase de resolução”.
“A situação que envolvia o Sr. Manuel Silva encontra-se em fase de resolução. Em consequência, o imóvel mantém-se na esfera da empresa CIMAR, razão pela qual já não se encontra em leilão”, referiu Odete Garrido, administradora da empresa.
A CIMAR acrescenta, contudo, que não pode, para já, prestar mais esclarecimentos sobre o processo.
“Por motivos de sigilo e confidencialidade, a pedido dos mandatários envolvidos no processo, não nos é possível, nesta fase, divulgar ou detalhar todos os factos e diligências em curso. Agradecemos, por isso, a vossa compreensão quanto a essa limitação”, pode ler-se numa comunicação da administração da empresa.
Recorde-se que o imóvel, localizado na Rua Cangas, na freguesia de Árvore, tinha sido colocado em leilão no âmbito do processo executivo n.º 4403/24.7T8PRT.
O pavilhão, com uma área coberta de 4.048 metros quadrados, implantado num terreno com 7.727 metros quadrados, apresentava um valor base de 3,249 milhões de euros, um valor mínimo de venda de 2,761 milhões de euros e um valor de abertura de 1,624 milhões de euros, mas já não se encontra em leilão.
Fundada em 1977, a CIMAR é uma das empresas portuguesas de referência no fabrico de carroçarias, reboques e semi-reboques, produzindo também equipamentos para o transporte rodoviário e para a movimentação de inertes, com presença em vários mercados internacionais.