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96 bombeiros combatem incêndio em empresa de recolha e gestão de resíduos na Póvoa de Varzim

5 Maio 2025
96 bombeiros combatem incêndio em empresa de recolha e gestão de resíduos na Póvoa de Varzim
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O incêndio que deflagrou no domingo numa empresa de recolha e gestão de resíduos na zona industrial de Laúndos, na Póvoa de Varzim, está dominado, disse fonte da Proteção Civil.
O incêndio entrou em fase de resolução às 3:24 horas da madrugada, de acordo com o Comando sub-regional da Área Metropolitana do Porto.
O alerta foi dado às 22:08 de domingo e chegaram a estar no local 96 operacionais auxiliados por 33 viaturas.
Segundo disse a Proteção Civil por volta das 00:30, o incêndio deflagrou numa zona industrial que não tem habitações nas proximidades, não havendo quaisquer vítimas a registar.
O incêndio destruiu empresa de recolha e gestão de resíduos na zona industrial de Laúndos, na Póvoa de Varzim.
Um trabalhador da empresa ficou ferido por inalação de fumo, mas não foi necessário ser transportado para o hospital.
“Quando chegamos, encontramos já todo o armazém tomado pelo fogo. Era um fogo muito rápido com bastantes líquidos, muito volátil, com muita carga térmica, que exigiu bastantes meios”, contou o comandante dos Bombeiros da Póvoa de Varzim, Joaquim Moreira, que, no local, coordenou o combate às chamas, levado a cabo por 96 homens e 33 veículos, de 11 corporações de bombeiros.
Fundada em 1990, a empresa de recolha e gestão de resíduos ardida fazia arrecadação de e a administração de resíduos industriais, de construção e de oficinas, tendo, ainda, uma zona dedicada ao abate de veículos em fim de vida.
Na empresa de recolha e gestão de resíduos na zona industrial de Laúndos, trabalham “cerca de 30 pessoas”, explicou o Presidente da Junta de Freguesia de Laúndos, na Póvoa de Varzim.
O comandante dos Bombeiros da Póvoa de Varzim explicou que a prioridade inicial foi resguardar o armazém adjacente, o parque de veículos em fim de vida na lateral, e impedir que as chamas atingissem os depósitos de óleos usados, localizados na parte de trás do prédio principal.
O incêndio só foi considerado dominado cinco horas depois, após diversas explosões causadas por recipientes de diluente presentes no local.
“O armazém ficou completamente destruído, desde a zona destinada aos trabalhos de reciclagem até toda a área administrativa”, explicou Joaquim Moreira, acrescentando que, no interior do edifício, houve “derrocada de várias paredes” e que o pavilhão “terá, agora, que ser demolido”.