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Excesso de movimento e falta de segurança traz assaltos, furtos e vandalismo a Vila do Conde

20 Fevereiro 2020
Excesso de movimento e falta de segurança traz assaltos, furtos e vandalismo a Vila do Conde
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Durante os últimos tempos, vários espaços comerciais em Vila do Conde têm sido alvo de assaltados ou vandalização. Assim como pessoas furtadas, assaltadas e agredidas. E são múltiplos e variados os casos que não chegam à opinião pública, “por vergonha, ou receio de represálias”.
Os resultados desta onda de falta de segurança são lojas assaltadas ou vandalizadas, em alguns casos 3 ou 4 vezes no mesmo ano, de onde “os ladrões roubam vinho, sumo e bolachas de chocolate” ou “a mercadoria utilizada no dia a dia, como pão, bolos e bebidas, não conseguindo roubar algo de valor”.
“Partiram a porta sem, no entanto, ter sido furtado qualquer objeto ao espaço comercial e, por isso, não se sabe se foi um assalto ou um ato de vandalismo”, é mais um relato de um comerciante de Vila do Conde.
Uma mulher foi assaltada por esticão, durante o dia, no cemitério de Vila do Conde, “onde 2 homens arrancaram o fio de ouro que levava ao pescoço”.
Um homem foi interceptado por dois moradores antes que pudesse roubar seja o que for da garagem de um prédio em Vila do Conde, “acabando por ficar imobilizado pelos dois populares até à chegada da Polícia”.
Dois homens foram detidos por furto em garagem de uma residência em Labruge, Vila do Conde, de onde “tinham levado um computador portátil, uma caixa de ferramentas, um compressor, uma rebarbadora e uma aparafusadora”.
Durante a madrugada de um sábado, por volta das 4 horas, um quiosque perto da ponte de Vila do Conde foi novamente assaltado e vandalizado.
Os responsáveis dos espaços dizem em uníssono que o método dos ladrões é o mesmo em todos os casos: “partem os vidros, entram, servem-se e vão embora.”
O Renovação falou com alguns visados por esta onda de assaltos, furtos e vandalismo, que por razões de segurança preferiram manter o anonimato, garantindo que todas as ocorrências foram comunicadas à Polícia Judiciária, “mas até agora nada se resolveu” e “a de falta de segurança mantém-se”.